Chile, a próxima escala

01/08/2014

Chile volta a sediar à comunidade da Internet da região após 11 anos.

De 27 a 31 de outubro, o hotel Crowne Plaza Santiago (Chile) vai sediar o encontro LACNIC 22- LACNOG 2014, a reunião da segunda metade do ano mais importante da comunidade da Internet da América Latina e o Caribe.

Espera-se a presença de mais de 400 especialistas e profissionais das organizações líderes da Internet, bem como também representantes de governos, do setor acadêmico e da sociedade civil do continente todo.

Conjuntamente ao evento de LACNIC em outubro, o Chile também vai receber o LACNOG 2014, a reunião anual dos Operadores de Redes da América Latina e o Caribe, um encontro que tem virado uma referência iniludível sobre a operação de redes da Internet na região.

Por sua vez, também será realizada por segunda vez consecutiva o Fórum de Resposta a Incidentes e Equipes de Segurança (FIRST) junto aos cinco tutoriais técnicos. No Chile vai ser repetida a experiência bem sucedida de Peering Forum, um espaço que pretende oferecer a oportunidade de discutir e negociar acordos de peering e tráfego com os provedores da Internet, provedores de conteúdo e pontos de troca de tráfego.

Coordenar esforços. Margarita Valdés Cortés, diretora da área legal e comercial de NIC Chile, espera que a reunião de Santiago ajude a potencializar os esforços da comunidade no desenvolvimento da Internet.

Em diálogo com LACNIC News, Margarita afirmou que para NIC Chile é um privilégio poder ser o anfitrião dessa reunião que convoca toda a comunidade da Internet da América Latina e o Caribe. “Esperamos que a participação de especialistas nacionais e internacionais seja uma boa oportunidade para abordar os assuntos que hoje são importantes, tanto nos aspectos técnicos, como o esgotamento dos endereços IPv4, quanto as questões de governança que preocupam a comunidade toda”, afirmou Valdés.

A especialista de NIC Chile garantiu que sua organização “há anos que está impulsionando iniciativas a nível local para promover no Chile a adoção do protocolo IPv6 e esperamos que o fato da comunidade internacional renuir-se no nosso país ajude a potencializar esses esforços e a dar-lhes visibilidade, tanto na indústria quanto no setor de governo e entre os usuários em geral”.

Como vê NIC Chile o desenvolvimento do IPv6 na região após o esgotamento do IPv4?

Nós temos mais experiência do que acontece no nosso país. Há notícias deum desenvolvimento iminente dentro do governo do Chile, e isso significa um passo muito importante pelo poder comprador e estabelecedor de mínimas condições tecnológicas que possui o Estado dentro do nosso país.

As empresas locais estão adotando o novo protocolo e desenvolvendo ações para a transformação do IPv4 no IPv6?

Nós não vemos que o esgotamento tenha gerado qualquer reação imediata. Quem sabe devido a como funciona esse setor, as verdadeiras reações vão acontecer na próxima vez que as empresas pedirem segmentos e lhes sejam negados. Os ciclos de compra e contratação de serviços são lentos, portanto isso vai significar anos de preparação e transição.

Por mais informações, pode acessar o site: http://eventos.lacnic.net/lacnic22

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